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 Com clientes e parceiros, trilhamos caminhos que garantiram estabilidade e fortalecimento em 2011, evoluindo pensamentos, estratégias e ações. Agora, o desafio é orientar esforços para expandir, transformando hierarquias em ambientes colaborativos, tirando do papel nosso compromisso sócio-ambiental, na busca do crescimento sustentável e transparente.
Em 2012, queremos que as suas e as nossas competências organizacionais tornem-se capacidades dinâmicas, onde nossos colaboradores transponham as barreiras do pensamento criativo e juntos construam a cultura da inovação.
É nosso desejo transformar as estratégias de negócio em excelência para a competitividade, para que possamos transpor as águas turbulentas e navegar no oceano azul.
Se você perguntar o que é uma Tag para um usuário de
internet hoje em dia, boa parte irá te responder, mas se você perguntar para
que serve ou como se usa, então começa a confusão... e é sobre esse novo mundo de Tags que vamos
falar um pouco e tentar remover um pouco dessa confusão. De uma forma muito simples, uma Tag é uma etiqueta que descreve uma
informação e permite sua classificação. Aqui precisamos responder a duas
perguntas, quem irá etiquetar a informação, o público ou o publicador? E se
ambos, qual a relevância da categorização feita por cada um? Neste ponto é que entram em cena
dois temas, a tal da taxonomia e a tal da folksonomia; Ambas são abordagens de
classificação de informação e o que as diferem é o nível de formalidade e
oficialidade de cada uma. A taxonomia pode, ou não, ser arranjada de forma
hierárquica para classificar a informação, mas o principal ponto é que um
humano interpreta a informação com critério e a classifica. Já a folksonomia é
livre e informal, onde qualquer usuário daquela informação pode etiquetá-la da
forma que ele entender. Isto significa que taxonomia é
melhor que folksonomia? Absolutamente... não, um exemplo disto é o youtube.com que tem seus vídeos etiquetados
pelos próprios usuários e é o sucesso que é. Outro exemplo que quem é da área
de design reconhece e que deixa toda essa nossa explanação muito clara são os
sites GettyImages e o Stock.xchng. O GettyImages usa uma abordagem de
taxonomia muito acurada, onde cada foto é interpretada e etiquetada com muito
critério, já o Stock.xchng usa uma abordagem de folksonomia, no primeiro caso
você consegue compor buscas bastante complexas e encontrar resultados e, no
segundo, você encontra algumas pérolas que pela liberdade do modelo, usuários
colocam etiquetas que dificilmente se pensaria sobre. Faça alguns testes para
ver (alguns exemplos legais são “mamíferos”, “macaco”, “noivos na praia”,
“noivos na praia por do sol”...). Para obter um modelo mais
robusto, precisa ser pensado em uma forma de tradução e até mesmo considerar a
cultura do público que irá categorizar, mas isto é tema para outra discussão. Conclusão: analise o cenário de aplicação, o
público, a formalidade da categorização e então escolha uma opção ou outra, ou
até mesmo mescle as duas.
Caso queira discutir mais ou compartilhar sua opinião sobre o tema, sinta-se convidado.
O Redimob, rede social temática do setor imobiliário, que possui plataforma tecnológica desenvolvida pela QUAY, recebeu uma nova versão turbinada, preparada para o crescimento exponencial de usuários e acessos. Depois de um ano no ar, o Redimob conquistou o mercado e mostrou sua vocação para se tornar a maior rede social do setor imobiliário brasileiro. Diante deste panorama de crescimento constante, a QUAY orientou esforços durante 4 meses para recriar todo o background de tecnologia do Redimob, desenvolvendo uma nova e robusta solução orientada para construção, articulação e animação de ambientes sociais virtuais de caráter temático. A nova plataforma é baseada em um conceito inovador definido por Entidades de Interação Social (EIS), formada por um conjunto de módulos provedores e consumidores que integrados, constituem o núcleo de uma arquitetura de software flexível, escalável e extensível. O grande desafio do projeto foi manter todas as características que fizeram do Redimob uma referência no setor, com os módulos de geração de conteúdo de páginas, blogs, fóruns, enquetes e bibliotecas de arquivos funcionando perfeitamente, mas com um grande diferencial – muito mais rápido! Os números comprovam os benefícios desta nova versão. Através de exaustivos testes e de desenvolvimento focado em performance, a equipe técnica da QUAY conseguiu reduzir o acesso à página de comunidade, por exemplo, que levava em média 10,8 segundos para um novo patamar de apenas 0,8 segundo. Em outra tomada de tempo, o novo motor do Redimob reduziu o tempo de acesso à homepage de 4,2 segundos para uma nova marca de 0,5 segundo. Além da performance percebida no acesso, a QUAY está concentrando recursos para entregar uma infinita capacidade de integração de módulos provedores e consumidores, inclusive de terceiros, possibilitando o crescimento do ambiente social do Redimob, de acordo com necessidades específicas para produção e compartilhamento do conhecimento coletivo. Toda essa integração exige uma nova interface, com foco em usabilidade e redesenhada para maior acessibilidade e modularidade, que será alvo da próxima versão, planejada para os próximos meses.
 Quando se trata da ampla implementação de práticas empresariais responsáveis, o tamanho da empresa é determinante. E enquanto as empresas ao redor do mundo parecem estar progredindo concretamente nas questões ambientais, muitas continuam a lutar na arena dos direitos humanos e do combate à corrupção. Estas são algumas das conclusões da mais recente Pesquisa de Implementação do Pacto Global da ONU, um dos levantamentos mais completos sobre o desempenho global de sustentabilidade corporativa. Preenchido anonimamente por mais de 1.200 empresas que participam da iniciativa de responsabilidade corporativa da ONU, a pesquisa foi base para o Relatório Anual do Pacto Global 2010 (2010 Global Compact Annual Review), lançado na sede da ONU no dia 07 de junho de 2011. Entre as principais descobertas estão: - As grandes empresas e empresas de capital aberto estão tendo resultados em níveis mais elevados em todas as áreas do Pacto Global (direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção) do que as pequenas e médias empresas (PME), o que aponta para a maior disponibilização de recursos financeiros e humanos para apoiar amplos programas de sustentabilidade.
- Reflexo da crescente relevância das questões de sustentabilidade para o desempenho dos negócios, mais de 70% dos entrevistados indicam a participação ativa de seus principais executivos no desenvolvimento de políticas e estratégias. Quase 60% de todas as empresas de capital aberto relatam participação ativa os seus conselhos de administração.
- As empresas através de seus conselhos relatam que vem implementando políticas de anti-discriminação e igualdade de oportunidades – uma das poucas questões que transcendem o tamanho ou setor de atuação. No entanto, menos de 20% de todos os entrevistados relataram realizações de impacto em relação aos direitos humanos e menos de 30% registram ocorrências de corrupção, com diferenças dramáticas entre as PME e as grandes empresas.
- Em relação à implementação de princípios de sustentabilidade na cadeia de abastecimento, amplamente tido como fundamental para trazer a responsabilidade corporativa a uma escala real, 65% das empresas relataram algum grau de envolvimento do fornecedor, com 12% exigindo que seus fornecedores sejam participantes do Pacto Global.
- Da mesma forma, 79% das empresas compartilham seu compromisso com os princípios do Pacto Global com suas subsidiárias, com quase metade destas (44%) criando especialmente orientados à sustentabilidade nas subsidiárias.
- Cada vez mais, as empresas estão reconhecendo o papel do setor privado na promoção dos objetivos de desenvolvimento da ONU. Mais da metade (56%) dos entrevistados estão engajados em alguma forma de parceria público-privada a nível global ou local. Refletindo uma ampla tendência por parte das empresas para desenvolver um crescente mercado sustentável, 42% dos entrevistados disseram que estão desenvolvendo produtos e serviços ou projetando modelos de negócios que buscam contribuir para as prioridades das Nações Unidas.
“Enquanto o movimento de sustentabilidade tem tido grandes progressos nos últimos anos, ainda existem desafios significativos”, disse Georg Kell, diretor executivo do Pacto Global da ONU. “Ajudar empresas menores a fechar lacunas de desempenho, estimular ações coletivas em todas as frentes e criar um argumento mais forte para os direitos humanos e o envolvimento de combate à corrupção será fundamental se quisermos alcançar responsabilidade corporativa em escala.” No geral, o Pacto Global continuou a crescer em 2010 e agora inclui mais de 6.000 empresas participantes, bem como mais de 3.000 signatários não-comerciais. Mais da metade de todas as empresas da iniciativa são as pequenas e médias empresas. Os países com o maior número de participantes são França, Espanha, EUA e Brasil. Sobre o Pacto Global da ONU Lançado no ano 2000, o Pacto Global das Nações Unidas é um apelo para empresas em todo o mundo alinharem suas estratégias e operações aos dez princípios universais nas áreas dos direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, e tomarem medidas de apoio mais amplo aos objetivos da ONU. Através do desenvolvimento, implementação e divulgação de políticas e práticas corporativas responsáveis, as empresas podem ajudar a garantir o avanço dos mercados de forma que as economias e as sociedades se beneficiem em toda a parte. Com mais de 6.000 empresas signatárias em mais de 135 países, é a maior iniciativa do mundo em responsabilidade corporativa. Conheça o site oficial do Pacto Global da ONU: www.unglobalcompact.org (em inglês). Sobre a Pesquisa de Implementação de Pacto Global Lançada em 2008, a Pesquisa de Implementação de Pacto Global é uma pesquisa online anônima e anual dos participantes do Pacto Global em todo o mundo para fazer um balanço do desempenho ambiental e social e identificar as tendências e desenvolvimentos relacionados a questões de sustentabilidade corporativa. Todas as 6.000 empresas participantes do Pacto Global foram convidadas a responder à pesquisa 2010 – disponível em diversos idiomas – que foi realizada em novembro e dezembro de 2010. O estudo foi administrado e analisado por uma equipe de doutorandos e de candidatos MBA da Escola Wharton da Universidade da Pensilvânia. A pesquisa recebeu 1.251 respostas de 103 países – uma taxa de resposta de mais de 20%. A pesquisa de 2010, em geral, representa a base de participantes do Pacto Global, especialmente em termos de região e do ano em que a empresa se juntou à iniciativa. Sobre o Relatório Anual do Pacto Global 2010 O Relatório Anual 2010 é organizado de acordo com as três dimensões do Diagrama do Pacto Global para a Liderança em Sustentabilidade Corporativa, um modelo para atingir níveis mais elevados de desempenho em sustentabilidade. Este relatório avalia como – e em que medida – as empresas participantes estão implementando os dez princípios; adotando medidas de apoio mais amplas às metas e questões da ONU, e colaborando com o Pacto Global localmente e globalmente. No centro da análise estão as conclusões para a Pesquisa de Implementação do Pacto Global 2010. Além disso, o Relatório Anual fornece informações atualizadas e detalhadas sobre o crescimento do Pacto Global, as prioridades estratégicas e operacionais, a governança e as finanças. Nota aos editores: Usando os dois termos como sinônimos, o Pacto Global da ONU define sustentabilidade corporativa ou responsabilidade corporativa como a entrega de uma empresa de valor de longo prazo em termos financeiros, sociais, ambientais e éticos – abrangendo todos os dez princípios do Pacto Global. Fonte: UNITED NATIONS GLOBAL COMPACT. Corporate Progress on Environmental and Social Issues is Tangible, But Far from Sufficient, Global Survey Shows. Disponível em: <http://www.unglobalcompact.org/news/127-06-07-2011>. Acesso em: 20 jun. 2011.
A CIRS2, Conferência Internacional sobre Redes Sociais, acontece em Curitiba dias 19 e 20 de maio, dentro da CICI2011, a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras. É a segunda edição do evento e a QUAY repetirá a dose, já que estamos totalmente orientados para desenvolvimento de soluções tecnológicas e estratégicas de redes sociais temáticas. É uma grande oportunidade para encontrar os hubs nacionais e internacionais deste cenário, que cresce a cada dia de forma vertiginosa.Veja a apresentação do evento a seguir e confira as novidades do evento no nosso Twitter @quaylabs.
Ultimamente muito se ouve e se lê sobre processos ágeis e não ágeis, que o que não é ágil não presta, que PMI é para engenharia, que quem usa Waterfall está perto de fechar as portas e etc... Dá para resumir bem tudo isso em uma palavra: Bullshit. Colada a essa discussão, muitos dizem que o gerente de projeto de software irá sumir em pouco tempo, porque com equipes auto gerenciáveis, multidisciplinares, em contato constante com o cliente, colhendo feedback e melhorando constantemente, sobra pouco significado e importância para o gerente de projeto. No entanto, notem que falta um ‘s’ proposital nas frases acima e que refletem bem essa situação de um gerente olhar para o andamento do projeto e ‘bater cronograma’. Um bom gerente de projeto atualmente tem muito mais a contribuir com a empresa no contexto de gerente de projetoS. Por que com abordagens ágeis uma equipe dentro de um projeto têm todas as ferramentas para desenvolver um projeto de forma muito eficiente (Scrum, XP). Entretanto, muito se perde e muito tempo se desperdiça sem um gerente de projetos olhando para otimização do fluxo de trabalho, olhando para a interação entre as equipes e pensando na estratégia de condução dos próximos trabalhos perante aos projetos em andamento. Outra vertente que fez o gerente de projetos subir foi a possibilidade de planejar estrategicamente junto à direção e junto ao comercial que sempre foi fonte de grandes problemas (tema para a próxima elucubração) pela variabilidade natural do software. Então, é isto meus caros. Mais importante que essas discussões com tons xiitas é encher nossa caixa de ferramentas para usar em cada caso e não ter que ‘martelar parafuso’. Grande abraço. @paulo___barbosa
Neste último módulo, aprendemos sobre o Domain-driven Design, e que se trata de um conjunto de práticas que auxiliam no desenvolvimento, na forma de modelo para que o processo, em qualquer camada, seja entendido e validado. E, mais do que um modelo, é uma forma de permitir que o processo ágil não seja um problema para a equipe. A necessidade de colaboração entre os desenvolvedores e o domain expert tem o intuito de esclarecer e equalizar todos os conceitos utilizados no desenvolvimento do projeto, sem diferenças na comunicação entre todos. Algumas definições tornam-se necessárias para a compreensão do DDD: - Como Domínio entende-se como o campo de conhecimento, influência e ação, ou o nível do software;
- O Modelo é composto por um sistema de abstrações que descrevem aspectos de um domínio e auxilia na resolução de problemas relacionados ao domínio;
- Ubiquitous Language é a linguagem estrutrada, comum e utilizada por todos os membros envolvidos (cliente e time) e conecta todas as atividades no desenvolvimento do software;
- E o Contexto é a configuração onde uma determina palavra o seu significado, ou abrangência, falou-se também em como os contextos podem se relacionar. Outra longa e interessante discussão ficou por conta das definições de Entity e Value Object. Entender o MVC, o processo e como se integram traz um leque de entendimentos distintos.
Veja os depoimentos da equipe: "Dentre os assuntos do último módulo, a Entity e o Value Object podem, a primeira vista, parececer simples, mas precisa de prática para contextualizá-los." @CharlesK64 "Padronizar a comunicação entre o time e o cliente, definir um Domain expert do software e não ‘o gerente da área’ e definir um modelo de domínio consistente são algumas das chaves do DD para o sucesso." @Paulo___Barbosa "Organização é essencial para qualquer atividade. Distinguir, refletir e priorizar os elementos do seu trabalho é umas das formas. Para o programador cabe conhecer Entity e Value Object para Modelar com perfeição." @PaulinhoFalaster "A forma de olhar para os contextos de negócio e entender o tipo de serviço que cada um deveria prover e até onde foi para mim um dos pontos mais fortes do DDD". @ACRadtke "Dependendo do projeto, acredito que o DDD pode ser mais ou menos útil. Minha primeira visão foi de uma técnica um tanto 'complexa'." @DaviRMM Até o próximo módulo!
Um aprofundamento nos conceitos do Manifesto Ágil, a criação de sinergia no planejamento inicial e ROI foram alguns dos itens importantes no 2º Módulo da Academia do Agile em Florianópolis. Através de dinâmicas e práticas, ajustamos a granularidade dos requisitos, passamos por estórias de usuários, por modelagem de papéis e por estimativas. Organizando todos estes conceitos. Por fim, entendemos uma série de benefícios do FDD (Feature Driven Development) para organizar ambientes corporativos complexos, e documentar os projetos em um nível ágil e aprofundado suficientemente para dar uma visão inicial do projeto. Depoimentos da equipe: "A granularidade ideal para estórias de usuário e para unidade de requisito são as chaves para realizar estimativas precisas e assertivas, tornando o projeto mais saudável para todos os envolvidos." @Paulo___Barbosa "Foco na satisfação do Cliente! Seja simples, seja flexível, adapte-se, esteja motivado e mantenha este ritmo constantemente, mas não perca o foco." @DavirMM "Ferramentas como mind mapping para visualizar melhor estórias, requisitos e a visão do projeto foram úteis neste módulo para facilitar a visão sistêmica do projeto." @ACRadtke "As técnicas são apenas ferramentas, mas para o real sucesso do pensamento Agile deve estar em todas as pessoas envolvidas no processo." @PauloFalaster "Entender os requisitos de um projeto demanda atenção e tempo e um dos meios que contribui para que nenhuma lacuna fique no esquecimento é a elaboração de um mind mapping. Uma vez definidos os requisitos, a importância de reconhecer os papéis no projeto torna-se importantíssimo para que as estórias sejam elaboradas contemplando seus devidos fins. E outro ponto abordado, que chamou minha atenção, fica com a questão ‘o quanto este item será importante no projeto?’, ou seja, a equipe deve estar atenta às tarefas que demandam tempo mas não agregam valor ao projeto, e ter a capacidade de alertar o cliente a respeito. " @CharlesK64 "Reconheci a necessidade de quebrar meus paradigmas. Minha necessidade de pensar e planejar em tudo que será feito ou não feito, calculando todos os seus riscos, isto não é ágil." @RodrigoNunesSC Mais uma vez, parabéns @GlobalCode, @VOffice, @lambdatres, @Felipero e equipe @QUAYLabs. Até o próximo módulo, mas isso é outra estória...
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